Holanda

#233 Lonely Planet anuncia o Melhor da Europa 2016

A Lonely Planet acaba de anunciar o Melhor da Europa 2016, que destaca os 10 locais mais interessantes para quem deseja viajar pelo velho mundo. A lista foi elaborada por especialistas que passaram as últimas décadas viajando pelo planeta.

Peloponeso, no sul da Grécia, conquistou o primeiro lugar no ranking. O destino abriga cidades como Esparta, Micenas e Olímpia e possui vilas charmosas, ruínas da Grécia Antiga e paisagens ricas de aldeias de pedra, belos mares e montanhas cobertas de neve.

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Peloponeso, na Grécia

Aarhus, uma das mais antigas cidades da Dinamarca, ficou em segundo lugar na lista. Com um ar boêmio e um centro histórico bem preservado, o local tem atraído cada vez mais turistas do mundo todo. Em 2017, Aarhus vai ganhar os títulos de Capital Europeia da Cultura e Região Europeia da Gastronomia.

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The Dordogne, na França

Quem se interessou por Peloponeso, pode dar uma olhadinha no texto sobre o local produzido pela Lonely Planet. O conteúdo está disponível em lonelyplanet.com/best-in-europe.

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Lviv, na Ucrânia

Confira o ranking dos locais selecionados pela Lonely Planet para o Melhor da Europa 2016:

1- Peloponeso, Grécia

2- Aarhus, Dinamarca

3- Veneza, Itália

4- Dordonha, França

5- Lviv, Ucrânia

6- Warwickshire, Inglaterra

7- Estremadura, Espanha

8- Costa Leste de Tenerife, Ilhas Canárias

9- Texel, Holanda

10- Norte da Dalmácia, Croácia

Aqui no site temos um post sobre os passeios de gôndola em Veneza. É possível ler neste link: https://guiaaleatoriodeturismo.com/2016/03/28/18-passeio-de-gondola-em-veneza-veneza-italia.

Onde: Lonely Planet anuncia o Melhor da Europa 2016

 

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#789 Museu Van Gogh – Amsterdam, Países Baixos

Um passeio bem legal para fazer em Amsterdam é visitar o Museu Van Gogh. O local inclui a maior coleção de obras do artista do mundo!

Eu fiz uma visita guiada a uma exposição do Van Gogh em Milão, na Itália, e a guia nos contou um pouco sobre a história do artista holandês. Ao contrário de muitos pintores, Vincent Van Gogh só decidiu seguir o caminho das artes com cerca de 30 anos de idade. Em um intervalo de nove anos, ele produziu uma quantidade enorme de obras (850 pinturas e 1.300 trabalhos em papel), mas não conseguia vender os seus quadros e vivia na pobreza e com a ajuda de sua família. Uma ironia, já que 1990 sua obra “Retrato de Dr. Gachet”foi vendida por US$152 milhões.

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Retrato de Dr. Gachet

Van Gogh se suicidou em 1890, não antes de cortar sua própria orelha e ser internado em uma clínica psiquiátrica. Após sua morte, seu irmão Theo começou um trabalho para divulgar as obras do pintor. Mas acabou morrendo um ano depois e a cunhada de Van Gogh, Jo Van Gogh-Bonger continuou a empreitada do marido. Foi ela a responsável por trazer a grande notoriedade que o artista tem atualmente.

O museu reúne obras de diversas fases de Van Gogh. Há uma série de autorretratos, como o “Autorretrato com Chapéu de Palha”, produzido em 1887.

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Autorretrato com Chapéu de Palha – Crédito: Museu Van Gogh

“A Casa Amarela”, produzido em 1888 também pode ser visto no museu, assim como “Amendoeira em Flor”, de 1890.

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Casa Amarela – Crédito: Museu Van Gogh

Eu achei o museu bem interessante. Estava meio cheio, mas, mesmo assim, dava para ver as obras. Lá dentro é proibido fotografar, salvo alguns lugares indicados.

Os ingressos inteiros para adultos custam 17 euros. Também é possível comprar pelo site antecipadamente pelo mesmo valor. Desta forma, é necessário escolher o dia e horário de sua visita. Eu comprei na hora e não tive problemas e nem enfrentei filas. Mas em períodos de alta estação talvez seja melhor comprar antes.

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Amendoeira em Flor – Crédito: Museu Van Gogh

Antes de visitar o museu, consulte no site os horários de abertura.

Estando em Amsterdam, aproveite para visitar a Casa de Anne Frank. Nós temos um post aqui no site falando sobre o lugar. Se você for mulher e quiser ficar hospedada em hostel que só aceita hóspedes do sexo feminino, dê uma olhadinha no Hostelle.

Onde: Museu Van Gogh, Amsterdam, Países Baixos

Quanto: O ingresso inteiro custa 17 euros

Quando: Verifique os horários de abertura no site do museu

#70 Dez hostels só para mulheres

A gente já publicou aqui no site uma avaliação do Hostelle, um hostel em Amsterdam que só aceita mulheres. Mas este não é o único estabelecimento do tipo no mundo. Conheça mais alguns deles aqui na nossa listinha de 10 hostels só para mulheres.

1 – St Christopher’s Oasis, Londres, Inglaterra
Está localizado no segundo andar do Village Hostel, no centro de Londres. A área destinada a mulheres só pode ser acessada com um cartão especial. Há quartos privados e dormitórios com armários individuais, travesseiros fofinhos, toalhas, secadores de cabelo e espelhos de corpo inteiro. A recepção e o café da manhã gratuito são compartilhados com o Village Hostel e não são exclusivos às mulheres.

As diárias giram em torno de 16,90 libras (em dormitório com 14 camas) e 34,50 libras (em quarto individual). Mais informações no site www.st-christophers.co.uk/london-hostels/london-bridge-oasis.

Um dos quartos do St. Christopher's Oasis

Um dos quartos do St. Christopher’s Oasis

2 – Cairns Girls Hostel, Cairns, Austrália
Garotas viajando para Cairns podem ficar em um hostel só para elas. O Cairns Girls Hostel está localizado no distrito de negócios e está próximo de shoppings, outlets, cinemas e baladas. Possui dormitórios e quartos privados, wifi grátis, cozinha, armários individuais e roupa de banho.

As diárias giram em torno de 20 dólares australianos nos dormitórios e 48 dólares australianos nos quartos privativos. Mais informações no site www.cairnsgirlshostel.com.au.

3 – Anadin Hostel, Budapeste, Hungria
Fica numa rua tranquila do centro da cidade e é bem pequeno: tem apenas dois dormitórios com seis camas cada. Os banheiros são coletivos, há cozinha equipada, sala de convivência e computador com internet. Entre as cortesias são oferecidos café da manhã, chá e café a vontade em qualquer horário, roupa de cama e toalhas, pantufas, guarda-chuva nos dias chuvosos, internet e secador de cabelos.

Mais informações no site do hostel.

Um dos dormitórios do Anadin Hostel

Um dos dormitórios do Anadin Hostel

4 – Istambul Girls Dormitory, Istambul, Turquia
Está localizado em uma zona central da cidade de Istambul, na Turquia. Oferece quartos individuais e dormitórios com capacidade para até seis pessoas. Além disso, há business center, wifi gratuito, restaurante, cozinha, secador de cabelos, depósito de bagagens, roupa de cama, toalhas e café da manhã gratuito.

Mais informações no site www.hostelsclub.com/hostel-it-20637.html.

5 – The Barefoot Hostel, Ottawa, Canadá
Desde 2016, o Bareffot Hostel aceita apenas mulheres. Operado pelo Swiss Hotel, que fica ao lado, o hostel está instalado em um casarão de tijolos vermelhos com 100 anos de idade. As hóspedes contam com wi-fi gratuito, computadores, armários, e sala comum com televisão, jogos, e troca de livros. No verão é possível descansar no pátio externo.

O hostel também oferece roupa de cama – lençol e cobertores -, toalha, xampu, e sabonete líquido para o banho.   A recepção funciona 24 horas.

Mais informações no site www.barefoothostel.com.

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Banheiro do Barefoot Hostel

6 – Centurion Ladies Hostel, Tóquio, Japão
O Centurion Ladies Hostel está localizado em Tóquio a 2,5 quilômetros do templo Senso-ji. O hostel oferece diversas configurações de quartos, com beliches, triplos, duplos, e até mesmo um em estilo japonês, com camas mais baixas.

O hostel oferece lounge compartilhado, cozinha, ar-condicionado, recepção 24 horas, lavanderia, e intenet gratuita. Além disso, há amenities como toalhas, roupa de cama, escova de dentes, xampu, condicionador, sabonete.

Mais informações no site do hostel.

Centurion Ladies Hostel

Quarto estilo japonês do Centurion Ladies Hostel

7 – Hostella, Roma, Itália
Este pequeno hostel possui quartos para duas, três ou quatro mulheres, todos equipados com internet gratuita. Está localizado no primeiro andar de um prédio sem elevador no meio do caminho entre as estações de metrô Repubblica e Castro Pretorio. A estação de trem Termini não fica distante.

O hostel oferece jogos, televisão, sala de convivência, mapas da cidade, secadores de cabelo, armários, chá, café, entre outros.

Os preços variam de acordo com a data, mas dá para encontrar, por exemplo, tarifas de 22,80 euros por dia em quarto para três pessoas. O café da manhã está incluso. Mais informações no site http://hostellarome.com.

Área comum do Hostella, em Roma

Área comum do Hostella, em Roma

8 – Female Only Gueshouse Tomari-ya Hostel, Tondabayashi, Japão
A cidade de Tondabayashi está a 21 quilômetros de Osaka. Perto do hostel é possível visitar o Koshoji Betsuin Temple.

Os dormitórios seguem o estilo japonês e ao invés de terem os tradicionais beliches, as camas são uma espécie de colchonete grosso que ficam no chão. Os banheiros são compartilhados, há roupas de cama, toalhas, secadores de cabelo, televisão, jardim, restaurante e wifi gratuito nas áreas comuns. O café da manhã pode ser ou não incluso na diária e dá também para fechar com regime de meia pensão.

Mais informações no Booking.

9 – Queen’s hostel, George Town, Malásia
Este hostel possui dois tipos de quartos: duplos e dormitórios. Os privados possuem cama queen size, travesseiros fofinhos, armários e ar condicionado. Já os compartilhados têm armários individuais, lâmpadas individuais, ar condicionado e cortinas individuais na cama para garantir mais privacidade e facilitar o sono dos que gostam de dormir até mais tarde.

O banheiro compartilhado tem xampu e condicionador, espelhos e lugares para apoiar a maquiagem, secador de cabelos e, em breve, chapinha. Todas as hóspedes recebem uma cestinha para colocar os seus produtos de higiene e maquiagens.

Mais informações na página do Facebook do hostel ou através do e-mail booking@queenshostel.my.

As cortinas dos dormitórios do Queen's Hostel dão um charme a mais

As cortinas dos dormitórios do Queen’s Hostel dão um charme a mais ao lugar

10 – Hostelle, Amsterdam, Países Baixos
O Hostelle está localizado próximo à estação de trem e metrô Bijlmer Arena, o que facilita o deslocamento pela cidade. Para ir ao aeroporto Schiphol são 20 minutos de trem.

O hostel possui quartos para até duas pessoas e dormitórios com quatro, seis e oito camas. Um dos quartos individuais tem decoração inspirada em Maria Antonieta, com lustres dourados, cama antiga e banheira vintage. Cada quarto e dormitório tem uma decoração diferente.

As tarifas variam de acordo com a época e o dia da semana, mas dá para pagar, por exemplo, 17 euros em uma cama em dormitório para oito pessoas. Veja a nossa avaliação completa do Hostelle aqui.

#55 Hostel Hostelle – Amsterdam, Países Baixos

Nem toda mulher se sente confortável dormindo em um quarto compartilhado misto, principalmente se estiver viajando sozinha. Mas em Amsterdam isso não é um problema: é só ficar hospedada no Hostelle, um hostel destinado apenas às mulheres.

O Hostelle ocupa um andar de um prédio comercial e é bem decorado em todos os cômodos, muito mais do que os hostels tradicionais. Um dos destaques é o fofo banheiro da Hello Kitty, que fica ao lado da recepção. A cozinha vermelha também tem seu charme e oferece os equipamentos básicos para cozinhar.

Banheiro com decoração da Hello Kity

Banheiro com decoração da Hello Kitty

O local possui quartos privativos para até duas pessoas e um deles tem decoração inspirada em Maria Antonieta. Há um lustre dourado, tecidos franceses e a cama é antiga. O banheiro segue a mesma linha com sua banheira vintage e um lustre, perfeito para quem quer tomar banho gritando “eu sou rica”. O outro quarto individual tem inspiração na China. A pintura é preta e vermelha, os abajures, o guarda-roupa e as pinturas são chineses.

Camas do quarto "Maria Antonieta"

Camas do quarto “Maria Antonieta”

Além dos quartos privativos há dormitórios com quatro, seis e oito camas, cada um com uma decoração diferente. O quarto “Home is where the heart is”, por exemplo, tem oito camas, é todo branco, tem um sofazinho, beliches bem confortáveis, secador de cabelos e um armário individual para cada hóspede, mas que comporta apenas uma mala pequena. Se estiver com bastante bagagem vale a pena entrar em contato com o hostel e verificar se há outros meios para guarda-las. O banheiro é compartilhado e fica fora do quarto.

Parte do quarto "Home is where the heart is": a decoração é toda em branco

Parte do quarto “Home is where the heart is”: a decoração é toda em branco

No lobby há mesas para refeições, sofás e um computador para uso comum. Um diferencial é o armário com roupas que podem ser compradas ou trocadas pelas hóspedes. Outra coisa legal é o aluguel de bicicletas. Por 7,50 euros é possível alugar uma magrela por 24 horas e entrar no clima de Amsterdam.

O hostel aluga bicicletas para as hóspedes

O hostel aluga bicicletas para as hóspedes

Apesar de não estar no centro, o hostel fica bem perto de uma estação grande de trem e metrô (a Bijlmer ArenA, que está a 5 minutos andando), facilitando o deslocamento pela cidade. De lá leva cerca de 20 minutos para chegar ao aeroporto Schiphol com o trem. A Bijlmer ArenA é o estádio do time de futebol Ajax e um dos pontos turísticos de Amsterdam.

A cozinha também é bonitinha

A cozinha também é bonitinha

Foi legal estar num hostel só com mulheres, o ambiente era tranquilo e todas pareciam estar de boa lá. Para quem está se perguntando se deveria ficar no clube da Luluzinha, posso dizer que vale a pena. Além de transmitir segurança, especialmente para quem está viajando sozinha, como era o caso de muitas hóspedes, ainda tem o plus de uma decoração bonita e um lugar limpinho.

As hóspedes podem comprar ou trocar roupas no hostel

As hóspedes podem comprar ou trocar roupas no hostel

Apesar de ser um ambiente “homens free”, as hospedes podem receber visitas de nossos semelhantes do sexo oposto, mas apenas nas áreas comuns. Os quartos estão totalmente fora dos limites. As tarifas dos quartos variam de acordo com a data e dia da semana, mas estão na média de 17 euros (cama em dormitório com oito lugares) e 66 euros em quarto privativo. Reservas e consultas podem ser feitas pelo site www.hostelle.com. O hostel não oferece café da manhã.

Onde: Hostel Hostelle, Amsterdam, Países Baixos
Quanto: Os preços variam de acordo com a data e o dia da semana. Para consulta-los acesse o site www.hostelle.com

#65 Amsterdam Chips – Milão, Itália

Quer se sentir na Holanda estando em Milão? É só dar uma passadinha na Amsterdam Chips. Esta rede é especializada em batatas fritas e as serve em cones, com ou sem molho, bem ao estilo das holandesas.

Cone de batat com molho. Huuum!

Cone de batata com molho. Huuum!

Há três tamanhos: pequeno, médio e família, com preços a partir de 3,50 euros. É bom avisar que a pequena já é bastante grande e, dependendo da fome, dá para dividir com outra pessoa. Todos os cones são acompanhados de um dos 14 molhos disponíveis na loja, que passam pelos simples ketchup ou maionese, até outros mais diferentes como o pita, que lembra o molho colocado no lanche kebab e que fica uma delícia com batata frita!

A loja também vende cervejas holandesas para os clientes entrarem ainda mais no clima. Os rótulos são variados e abrangem cervejas claras, escuras, vermelhas, com gosto suave ou mais marcante.

Uma das cervejas holandesas vendidas na loja

Uma das cervejas holandesas vendidas na loja

Em Milão a rede está presente em três endereços: Via Torino, Corso Buenos Aires e Corso San Gottardo. Apesar de o post ser sobre a Amsterdam Chips em Milão, a rede teve sua primeira loja aberta em Turim. Lá são cinco endereços e um sexto está próximo de ser inaugurado. Eu já fui duas vezes à loja da Via Garibaldi, em Turim, e sinceramente achei que as batatas eram mais gostosas em Milão. Das duas vezes estavam queimadas e o molho pita não tinha o mesmo sabor. Mas também pode ter sido um belo de um azar, não sei.

Para quem quiser conhecer melhor as batatas da Amsterdam Chips acesse o site www.amsterdamchips.com.

Onde: Amsterdam Chips, Milão, Itália
Quanto: Preços a partir de 3,50 euros

#48 Casa de Anne Frank – Amsterdam, Países Baixos

Anne Frank se tornou conhecida após a publicação de seu diário sobre a vida de sua família durante a II Guerra Mundial, intitulado como “O Diário de Anne Frank”. A família da garota judia viveu por mais de dois anos escondida na casa da rua Prinsengracht, em Amsterdam, onde seu pai, Otto Frank, também tinha um negócio. Atualmente o local foi convertido em museu e é possível ver com os próprios olhos onde eles viveram por este período.

Anne Frank era apenas uma adolescente durante a II Guerra Mundial

Anne Frank era apenas uma adolescente durante a II Guerra Mundial

Além da família Frank, as famílias Van Pels e Fritz Pfeffer também moraram no anexo da casa, que era escondido por uma estante e que é conservada até hoje. Durante aquele período eles tiveram ajuda de funcionários que levavam comida e passavam informações sobre o mundo exterior.

O anexo da casa onde a família de Anne Frank viveu era escondido por uma estante

O anexo da casa onde a família de Anne Frank viveu era escondido por uma estante

Como é de se imaginar, viver ali escondido não era fácil. Não era possível abrir janelas, acender luzes e, dependendo do horário, nem mesmo abrir uma torneira. Qualquer barulho feito fora de hora poderia trazer suspeitas e o esconderijo ser descoberto pelos nazistas. Uma espécie de sótão fechado com uma janela no teto era o único lugar onde os habitantes conseguiam um pouco de sol e ar fresco.

Durante sua vida no esconderijo Anne Frank manteve um diário contando sobre o dia-a-dia na casa e sonhos de uma típica garota adolescente. Na casa, por toda parte, há trechos do diário de Anne e podemos conhecer melhor o que se passava por lá. Também há fotos, documentos, objetos dos moradores da casa e pequenos filmes.

Infelizmente o esconderijo foi descoberto em agosto de 1944 e todos foram enviados para campos de concentração. O pai de Anne, Otto Frank, foi o único a sobreviver e publicou após o fim da guerra o diário de sua filha. No início deste ano completou-se 70 anos da morte da garota.

Het Anne Frank Huis. Anne Frank Stichting. Photo: Cris Toala Olivares

Het Anne Frank Huis. Anne Frank Stichting.
Photo: Cris Toala Olivares

A visita dura cerca de uma hora e, por se tratar de uma casa, o acesso é limitado. Por isso é aconselhado comprar o seu ingresso com bastante antecedência no site, pois esta é a única forma de evitar uma fila gigantesca. E a fila é mesmo gigantesca para quem deixa para comprar lá na hora. O ideal é tentar adquiri-los assim que começar a planejar sua viagem. Quem tem mobilidade reduzida pode ter dificuldade para visitar a casa, pois há um grande número de escadas, muitas delas estreitas. Cadeirantes podem visitar parte do local.

Um dos ambientes dos museu

Um dos ambientes da casa

Não é permitido tirar fotografias em nenhum dos ambientes. Os horários de abertura variam de acordo com a época da visita, mas sempre é possível entrar no máximo até meia hora antes do fechamento. Os ingressos para adultos (acima de 18 anos) custam 9 euros, mas há uma taxa de 0,50 euro para quem compra online. Quem comprar antecipadamente deve imprimir os bilhetes e não precisa pegar fila, é só se dirigir diretamente a entrada à esquerda da entrada principal.

Chegar lá é bem fácil. A Casa de Anne Frank está localizada no centro de Amsterdam, cerca de 20 minutos de caminhada a partir da estação central de trens. Também dá para chegar com os trams 13, 14 e 17 e com os ônibus 170, 172 e 174.

Onde: Casa de Anne Frank, Amsterdam, Países Baixos
Quanto: O ingresso para adultos (acima de 18 anos) custa 9 euros, mas há uma taxa de 0,50 euro para quem comprar através do site (recomendadíssimo)
Quando: Os horários de abertura variam de acordo com a época da visita. Para consulta-los acesse o link http://www.annefrank.org/pt/Museu/Informacoes-praticas/Horarios-precos-e-localizacao1