Amazônia

Seis suítes dos sonhos: tem até colchão de 200 mil dólares

Tem quarto de hotel tão maravilhoso que não dá nem vontade de sair. Imagina fica em pleno mar em uma suíte de 412m²? Ou assistir a Aurora Boreal deitada em sua cama? Veja essa seleção de seis suítes incríveis:

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Suíte Enjoy, do Enjoy Punta del Este – Crédito: Divulgação

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Conheça o hotel de selva em Manaus Juma Amazon Lodge

Ficar hospedado em um hotel de selva é uma experiência inesquecível. Nas proximidades de Manaus há uma série deles, com diferentes valores de diárias, mas, em geral, todos são all inclusive e incluem as refeições e passeios durante a hospedagem. A 100 quilômetros da capital do Amazonas está o Juma Amazon Lodge, uma opção que vale – e muito – a pena.

O Juma Amazon Lodge está instalado às margens do Rio Juma e tem 21 bangalôs. O hotel foi construído nas copas das árvores de forma sustentável e sua estrutura toda em madeira se confunde com a paisagem local. Na época das cheias, o rio que corre em frente ao hotel fica volumoso e bem próximo dos bangalôs – e foi dessa forma que o encontramos. Na seca, é possível visualizar a estrutura de palafitas.

Suíte Panorâmica do Juma Amazon Lodge Bangalô Guia Aleatório de Turismo Hotel de Selva

Suíte Panorâmica do Juma Amazon Lodge

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#202 Restaurante Amazônia – São Paulo, Brasil

Um bom lugar para conhecer a culinária paraense em São Paulo é o Amazônia. Localizado no Bixiga, na Rua Rui Barbosa, esse pequeno restaurante oferece uma série de pratos típicos bastante saborosos.

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Fachada do restaurante

Eu estive no restaurante em três ocasiões: duas vezes no almoço durante o Restaurant Week e uma vez fora do festival, no jantar. Minha última visita foi agora em outubro, aproveitando os descontos do Restaurant Week. O cardápio dessa edição está bem legal. No almoço tem como entrada Tacacá ou Isca de pirarucu. Os pratos principais são Costelinha suína assada ao creme de tucupi e tutu de feijão branco ou Maniçoba. E as sobremesas são Sorvetes de Belém do Pará ou Creme de Cupuaçú.

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Costelinha suína com tucupi e tutu de feijão branco

No jantar há Tacacá ou Sopa de Caranguejo de entrada; Coxinhas de pato no tucupi
ou Costela de tambaqui, purê de mandioquinha e arroz com jambú como pratos principais; e Sorvetes de Belém do Pará ou Pudim de tapioca como sobremesas.

Agora vamos às “traduções”! Para quem não conhece, tacacá é um caldo feito com tucupi (caldo extraído da mandioca brava), goma de tapioca, camarão seco e jambu (folha amazônica que deixa a língua formigando). O sabor é bem particular, mas eu gostei.

Para quem não conhece, o pirarucu é um dos maiores peixes de água doce do Brasil e é encontrado no Norte. As iscas de pirarucu servidas no restaurante são uma delícia e acompanham limão (mas eu acho que fica melhor com pimenta).

A maniçoba é a feijoada indígena. O prato leva pertences de porco e não tem feijão, que é substituído pelas folhas da mandioca brava. Ela é cozida por uma semana e no Amazônia é servida acompanhada de arroz e farofa. O sabor não lembra em nada o da feijoada e eu não gostei. Mas a minha irmã gostou, então experimente e tire suas conclusões =D

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A maniçoba acompanha arroz e farofa

A costelinha com creme de tucupi e tutu de feijão branco estava muito boa. O problema é que a porção de iscas de pirarucu é meio grandinha e o prato também e eu quase não consegui terminar. Aliás, porção de maniçoba é enorme!

Eu já experimentei a sopa de caranguejo, que faz parte do cardápio do jantar. Ela é gostosa, leve, mas tem bastante coentro. Quem não gosta do tempero é melhor passar longe!

O grande destaque do restaurante são os sorvetes. Eles trazem os produtos de Belém e tem vários sabores. O meu preferido é o carimbó, que mistura cupuaçu e castanha do Pará. É uma delícia!

Fora do Restaurant Week eu também provei as patinhas de caranguejo como entrada (muito boas) e o pirarucu com purê de banana da terra, uma boa pedida também!

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Iscas de pirarucu e suco de taperepá

E não esqueça de pedir um suco ou uma cerveja típica. Eles também servem cachaça de jambu, mas meu pai achou bem estranho tomar cachaça e ficar com a língua dormente, hehehe!

Durante o Restaurant Week, o combo entrada + prato principal + sobremesa custa R$41,90. No jantar, R$52,90. Mais informações na página do restaurante no site do festival.

Fora do Restaurant Week a porção de isca de pirarucu custa R$36, a sopa de caranguejo R$32, o tacacá R$22, a maniçoba R$46 (individual) e R$69 (duas pessoas) , o sorvete R$13 e o creme de cupuaçu R$12.

Onde: Restaurante Amazônia, São Paulo, Brasil

Quanto: Durante o Restaurant Week custa R$41,90 no almoço e R$52,90 no jantar

 

#887 São Paulo Restaurant Week – São Paulo, Brasil

A 18ª São Paulo Restaurant Week acontece até o dia 1º de maio. Então ainda dá tempo de participar! Nesta edição, o almoço custa R$41,90 + R$1 para a Fundação Cafu e o jantar R$52,90 + R$1 para a Fundação Cafu. Eu sempre vou nem que seja a um restaurante e, desta vez, consegui ir até o momento a dois bons lugares.

O Jorge Restaurante, instalado no hotel Etoile Jardins, procura utilizar em suas refeições alimentos frescos e orgânicos. O cardápio do almoço tem como entradas salada gourmet (maçã, salsão, agrião ou rúcula e nozes) ou sopa de lentilhas. Como pratos principais moqueca de camarão ou bife ancho ao molho poivre com tagliatelle com pesto de manjericão. Para finalizar, quindim ou Jorge ao chocolate, uma espécie de petit gateau com sorvete de creme.

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Parte externa do restaurante Jorge – Crédito: Divulgação

O almoço estava bom do começo ao fim. Eu experimentei a sopa de lentilhas, boa e diferente do que eu estava esperando (achei que seria mais encorpada, mas era líquida), o bife ancho ao molho poivre, que leva pimenta, com tagliatelle com pesto de manjericão, que era bem leve e não brigou com o molho. Eu e minha irmã, que estava me acompanhando, pedimos sobremesas diferentes e tanto o quindim quanto o Jorge ao chocolate estavam gostosos.

No jantar o restaurante serve salada Etoile (presunto Parma, nectarina, agrião e rúcula) ou creme de mandioquinha com bacon como entradas, sobrecoxa de frango grelhado com risoto de alho poro ou filé mignon ao molho de ervas com batata no alecrim e aspargos frescos como opções de prato principal e banana grelhada com farofa de granola e sorvete de creme ou cheesecake de chocolate como sobremesas. Como não fui no jantar, não posso dizer como eram estes pratos.

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Parte interna do restaurante – Crédito: Divulgação

Para acompanhar, há entre as opções sucos naturais e água de coco servida no próprio coco. Não resisti e pedi um!

É possível utilizar o estacionamento do hotel. Custa R$15 a primeira hora, R$20 duas horas e R$25 a partir de três horas. Na rua dá para estacionar, mas, dependendo da hora, é necessário utilizar o cartão da zona azul.

Outro lugar que visitei foi o Arábia. Localizado na rua Haddock Lobo, nos Jardins, é especializado em culinária libanesa. Não é a primeira vez que vou a este restaurante e sempre gosto de lá. Desta vez não foi diferente. Durante a Restaurant Week, eles estão servindo no almoço como entradas homus com awarma (carneiro preparado como conserva) acompanhado de confit de carne de cordeiro e pães ou quibe cru ou chanclich, um queijo árabe misturado com tomate, cebolinha salsinha, rabanete e hortelã, acompanhado de pão árabe. Eles dizem que este queijo é picante, mas não achei não.

O homus estava uma delícia e comi metade da cesta de pães com ele, hehehe. Por conta disso, achei que a porção poderia ser um pouquinho menor, para que não cairmos na tentação de comer pães de mais. Mas, mesmo assim, não atrapalhou o restante da minha refeição.

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Em cima, hambúrguer de faláfel. À esquerda, homus com confit de cordeito e à direita – Crédito: Facebook/Arábia

Como prato principal, hambúrguer de faláfel (frito, feito com fava e grão de bico e condimentado com especiarias ) com molho tarator no pão árabe. É um sanduíche muito bem servido e que leva também tomate, pepino e nabo em conserva e hortelã. Muito bom.

Outra opção é a berinjela ao forno com carne moída e molho de tomate. Acompanha arroz com aletria, uma espécie de macarrão bem fino. Era gostosa, mas os outros dois pratos principais eram melhores.

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Berinjela ao forno com carne moída e molho de tomate, do Arábia – Crédito: Facebook/Arábia

A kafta com batata à moda libanesa (batata amassada com cebola, coentro e azeite) estava ótima! Vinham duas kaftas em cima da batata e os sabores combinavam supre bem.

Para finalizar, fruta ou ataif recheado com chocolate e couilis de tamarindo (uma espécie de crepe) sorvete de chocolate ou de halawi, um tradicional doce árabe feito com gergelim. O sorvete de halawi estava bom e o ataif também.

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Sorvete de halawi do Arábia

Eu gosto de tomar o suco de tamarindo deles, mas desta vez estava em falta. Custa R$13. Peguei, então, um de limão siciliano com hortelã (R$11) que era gostoso. Segundo meu pai, a caipirinha de vodca com lima da pérsia era bem fraquinha e mais parecia um suco. Custa R$18.

Lá tem serviço de vallet, mas dá para estacionar nas ruas próximas. Dependendo do dia e da hora precisa colocar o cartão da zona azul.

Nesta edição eu não visitei o Amazônia, restaurante especializado na culinária paraense, mas vi que conheço alguns pratos que eles estão servindo. Como entrada, há isca de pirarucu (que é uma das melhores coisas do cardápio) ou tacacá, aquele caldo que leva goma de tapioca, camarão seco, jambu, erva de deixa a língua formigando, e tucupi, feito com raiz de mandioca brava, fervida por dias para tirar seu veneno. O tacacá é bem interessante, mas muito diferente da culinária de São Paulo.

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Isca de pirarucu – Uma delícia!

Como pratos principais há costela de tambaqui à dorê com arroz e feijão de Santarém ao vinagrete. Ou camarão à Fafá ao leite de coco, chuchu, jambú, dendê e arroz.

Para finalizar, há creme de bacuri ou sorvetes da Cacau Show. Este foi, na minha opinião, o maior erro deste cardápio. O Amazônia tem uma série de sorvetes diferentes, com frutas do Pará e eles se gabam disso, inclusive, e com razão. Não haveria necessidade alguma de servir um da Cacau Show. Uma pena!

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Lá também tem sucos naturais com frutas do Pará

No cardápio do jantar há como entrada tacacá ou isca de pescada amarela, caldeirada de peixe com arroz e pirão ou caranguejada com arroz e farofa na manteiga como pratos principais e pudim de tapioca com castanha ou sorvetes cacau show.

O restaurante fica na Bela Vista, na rua Rui Barbosa. Não tem estacionamento próprio, mas há vários por perto.

Para ver os outros restaurantes que estão participando da São Paulo Restaurant Week, acesse o site http://restaurantweek.com.br.

Onde: 18ª edição da São Paulo Restaurant Week

Quando: até o dia 1º de maio

Quanto: R$41,90 (almoço) e R$52,90 (jantar). Mais informações no site http://restaurantweek.com.br

#333 Conheça atrações em diferentes regiões do Mato Grosso – Mato Grosso, Brasil

O Mato Grosso é o único estado brasileiro composto por três biomas: Pantanal, Cerrado e Amazônia e oferece opções para variados perfis de turistas.

Cuiabá

Localizada no centro da América do Sul é a porta de entrada para quem deseja conhecer o Mato Grosso. Com quase 300 anos de existência, Cuiabá oferece uma combinação de história, modernidade, vida cultural, sabores, diversão e negócios. São igrejas e templos religiosos, museus, praças, monumentos e comunidades tradicionais, tudo isso aliado a uma gastronomia rica em peixes e iguarias regionais, e o agito da vida noturna.

Cerrado

Segundo maior bioma da América do Sul, o Cerrado é berço de rios de corredeiras, cachoeiras para a prática de esportes radicais, árvores, montanhas e fauna e flora. Na região, podemos destacar Chapada dos Guimarães, Jaciara e Nobres. Destinos certos para quem deseja cenários paradisíacos, que inspiram a contemplação da natureza.

Chapada dos Guimarães – Palco de uma paisagem fantástica e muito misticismo, Chapada dos Guimarães (65 km de Cuiabá) possui vários atrativos turísticos como cachoeiras, cavernas e grutas. Só de paredões são 157 km, como os da Cidade de Pedra, um local com desníveis de até 350 metros com formações rochosas esculpidas pelo vento e pela chuva e que lembram ruínas de uma cidade. Do alto se vê uma bela paisagem habitada por aves como a arara vermelha e, em baixo, o vale onde nascem o rio Mutuca e o rio Claro.

Dentro do Parque Nacional, um destaque é o Circuito das Cachoeiras. São sete cachoeiras que podem ser contempladas nesta trilha, como a Cachoeira das Andorinhas. O principal cartão-postal é a cachoeira Véu de Noiva, que cai de uma altura de 86 metros, enquadrados por paredões.
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Nobres – Em Nobres (150 km de Cuiabá) os visitantes podem nadar ao lado de piaus, pacus, piraputangas, dourados e outras dezenas de espécies de peixes, além de arraias. A paisagem embaixo da água dá a sensação de se estar dentro de um aquário natural desenhado à mão. Além de flutuações em diversos rios e lagoas, a bela cachoeira da Serra Azul é um cenário à parte com sua queda d`água de cerca de 45 metros formando uma lindíssima lagoa de tom azulado. Tirolesas de 150 a 600 metros e descidas com boias por rios que passam por dentro de tuneis e cavernas também fazem parte do roteiro. E para finalizar o dia, há o belo pôr do sol na Lagoa das Araras, onde milhares de araras e pássaros pousam ao entardecer para pernoitarem.

Jaciara – A cidade de Jaciara (140 km de Cuiabá) é conhecida como a capital mato-grossense dos esportes radicais. O rio Tenente Amaral oferece opções que vão desde o rafting e canoagem, para os menos aventureiros, ao cachoeirismo ou rapel e o highline, para aqueles que gostam de um pouco mais de emoção. O percurso do rio é bastante complexo com algumas quedas d`água que chegam a três metros para a descida nos botes infláveis.

De acordo com o instrutor, Rafael Martins Sonsin, da agência Nativão, o rafting não tem nenhuma contraindicação. “Qualquer pessoa pode praticar, independente da idade”, destaca.

Para os mais corajosos, o highline é uma modalidade que começa a ganhar adeptos. Ele tem sido praticado na cachoeira da Fumaça, em um cânion de aproximadamente 45 metros de altura. A modalidade vem sendo praticada há pouco tempo no Estado e já recebe esportistas de várias partes do país em busca de adrenalina. Esse esporte é uma das modalidades do slackline e consiste basicamente em equilibrar-se em uma fita ancorada a mais de 10 metros de altura entre formações rochosas, cânions e prédios.
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Pantanal

Maior área alegável do planeta, não há palavra que melhor exemplifique o Pantanal do que diversidade. São cerca de 650 espécies de aves, entre elas a espetacular arara azul, o tuiuiú (símbolo do Pantanal), e a garça-branca; mais de 260 de peixes, 1.100 de borboletas e 80 de mamíferos, sendo a onça-pintada a maior delas (pode atingir 1,2 metro de comprimento, 85 centímetros de altura e pesar até 150 kg).

Saindo de Cuiabá, o município de Poconé (100 km da capital) é tido como a porta de entrada do Pantanal Norte e fica na confluência dos rios Cuiabá e Paraguai. Ao longo dos 147 quilômetros de extensão da Transpantaneira (MT-060), que liga Poconé até a localidade de Porto Jofre, o visitante encontra uma infinidade de pousadas e hotéis e ângulos privilegiados para observar a fauna e a flora locais.
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Mas outros municípios como Cáceres (220 km de Cuiabá), Barão de Melgaço (110 km de Cuiabá) e Santo Antônio de Leverger (30 km de Cuiabá) também são boas opções. No município de Cáceres, os amantes da pesca podem alugar barco e descer o rio Paraguai, passando dias e noites pescando ou apenas apreciando a paisagem.

Proprietário da Pousada Piuval, localizada no início da Transpantaneira, Eduardo Campos, comenta que as opções de passeio são variadas, como o safári fotográfico, passeios de barco, a cavalo, bicicleta e tratrem (um trator que puxa uma carreta em formato de um trenzinho), pesca, observação de pássaros, borboletas e animais, entre muitas outras.

“Cada época do ano tem o seu encanto no Pantanal, mas seja na época da cheia ou da seca, o turista encontra uma infinidade de passeios que com certeza farão a visita inesquecível”, comenta Campos.
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Tão inesquecível que quem já visitou o Pantanal facilmente volta outras vezes. É o caso da turista italiana Nádia Morozzo, que visita o Pantanal pela terceira vez. Segundo ela, o que mais a encanta na região são os animais vivendo livres na natureza. “É belíssimo. Poder ver os animais em meio a natureza é algo único e espetacular, a cada vez que venho, me encanto mais”.

Araguaia

O Araguaia conta com belas praias, aldeias indígenas, grutas e cachoeiras e abriga a maior ilha fluvial do mundo, a Ilha do Bananal. O Rio Araguaia oferece praias de areia fina e branca. A região é conhecida também por seu misticismo, lendas e mistérios que atraem pesquisadores esotéricos e ufólogos do mundo inteiro.

Vale do Araguaia – Berço dos índios Xavantes e Boróros, são 34 municípios que compõem a região turística do Vale do Araguaia, que conta com belas praias de areia branca e águas calmas e cristalinas, espalhadas pelos municípios de Barra do Garças, Cocalinho, São Feliz do Araguaia, Luciara e Santa Terezinha, entre outros.

Barra do Garças – A 510 km de Cuiabá, Barra do Garças forma um dos principais polos turísticos do Vale do Araguaia, juntamente com a cidade vizinha Aragarças, no estado de Goiás. As praias formadas no Rio Araguaia, que separa as duas cidades, têm seu ponto alto durante a Temporada de Praia, que acontece todos os anos no mês de julho, mas são uma boa pedida o ano inteiro.

A Serra do Roncador também é ponto turístico da cidade. Com diversas comunidades esotéricas, ela é conhecida como santuário místico no mundo inteiro.

Outro atrativo da região é o Parque Estadual da Serra Azul, que em dezembro teve dois atrativos reabertos pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema): duas rampas de voo livre e visitação monitorada ao parque para instituições de ensino. A proposta para o ano que vem é gradativamente dar acesso a novos pontos de visitação, mediante elaboração e execução de projetos que ofereçam melhor estrutura de segurança aos visitantes.

Amazônia

A maior parte do Norte de Mato Grosso é coberta pela vasta e exuberante Floresta Amazônica. O maior bioma do Brasil conta com 2.500 espécies de árvores e 30 mil espécies de plantas. A densa floresta chega a ter árvores com 50 metros de altura e grandes rios em áreas de preservação como o Parque Estadual do Cristalino e o Parque Nacional do Xingu.

O Parque Estadual do Cristalino está localizado na divisa com o Pará, entre os municípios de Alta Floresta e Novo Mundo e conta com pousadas e hotéis que oferecem a experiência de ficar hospedado no meio da floresta.

Alta Floresta – Banhada pelo rio Teles Pires, é um dos principais pontos de pesca esportiva no estado, atraindo amantes da pesca de todo o Brasil e de outros países. Internacionalmente reconhecida pela riqueza da fauna e da flora amazônica, bem como da diversidade de aves, atraia ecoturistas, pesquisadores e adeptos de birdwatching (observação de aves). Dentre as 1.600 espécies de aves brasileiras, cerca de 600 encontram-se nesta região.

Onde: Atrações em diferentes regiões do Mato Grosso, Mato Grosso, Brasil